sábado, 9 de abril de 2011

5º Domingo da quaresma

(ainda é sábado, mas, liturgicamente, já é domingo).
Foi um dia muito bom. Os últimos dias têm sido dias em que o amor e a ternura de Deus por mim têm sido manifestamente sensíveis. (Não que tudo tenha corrido como quero!). Na 5ª tivemos reunião de catequistas, e, toda ela, valeu a pena, mas sobretudo o tema de formação: a Eucaristia. Fiquei a perceber melhor a importância, o alcance e alguns "porquês". Hoje o aspecto que quero focar é a coerência de Jesus Cristo que, quando, como diz S. João, podia ter recorrido "àquele que o podia livrar da morte", assumiu o seu amor por nós e a sua entrega à vontade do Pai até ao fim, e o fim foi a morte na cruz. Bem, o fim foi a Ressurreição, porque Deus, a quem Ele foi sempre fiel, não O podia deixar na morte!
Ontem tivemos o encontro com o Bispo sobre a pastoral social. "Fazer bem o bem que se faz"é uma frase de que gosto particularmente e que tem muito a ver com a minha vida! A parábola do Bom Samaritano, revejo-me nela: O homem meio morto é alguém que encontro todos os dias. É verdade que, por vezes, tomo a atitude do sacerdote e do levita e passo ao lado. Outras vezes, embora sem a "compaixão" do samaritano, não posso passar ao lado! Este tema tem-me feito pensar e pensar como hei-de deixar que o Amor repasse a minha vida incluindo o trabalho!
Hoje aconteceram várias coisas mas vou centrar-me na catequese: Viver (n)o Amor. Foi muito interessante. Apercebi-me que Deus tem um plano também para mim e a minha fidelidade e adesão ao Seu plano é condição da minha felicidade.
Por isso, ao chegar ao fim do dai, apetece-me cantar "a minha alma glorifica o Senhor, porque olhou para a sua humilde serva"!

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